quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Discurso de um Senador


...nobres senadores e senadoras, é com muito orgulho que aqui neste local, Senado Federal, vivencio a maior barganha que oferecemos. Se estou aqui, é porque o povo assim desejou, se estou aqui, é porque a ignorância popular não conhece o que eles poderiam querer, mas não desejar. Desejar por que? Porque a educação popular não cresce, não descobre, não evolui, não desenvolve e nem se interessa pelos assuntos mais importantes, a sua sobrevivência e a sua cultura.

Bastamos jogar migalhas à população menos esclarecidas, para vencermos tantas eleições, para curtimos com as “caras” desses trouxas. Quem sempre fez isso, como eu, lembra somente o momento da vitória, mas esquecemos das promessas, que nem nos importamos por cumprir! Acreditam que Deus é o destino deles, desfavorecem o conhecimento, as aptidões, as descobertas e a liberdade. Criam cultos, igrejas e se entregam a cobranças fatídicas de comandantes populares que os guiam, assim são os padres, pastores e coordenadores sábios, são os nossos financiadores, pois a eles sim, devemos agradecer por existirem.


Quem me culpar por eu ser assim, é porque nunca experimentou deste “manjar dos deuses”. O poder é um milagroso exercício, exercício da individualidade, da corrupção, da desigualdade, das ofensas, da antipatia e principalmente do egoísmo. Sim, o poder que podemos usar é para nosso uso, o povo nada quer, o povo nada deseja, o povo nada exige e nem sequer sabe interpretar uma lei. O que é a justiça? A justiça é a igualdade entre os cidadãos, e para eles a sinceridade e a luta contra a opressão é a marcha infinita. Se bem, meus nobres senadores ou senadoras, a justiça é apenas um engodo, sim um engodo, uma bela frase de William ShakespeareCom o engodo de uma mentira, pesca-se uma carpa de verdade.”, mas o engodo meus queridos é simplesmente isca ou ceva para apanhar peixes, aves etc. Um chamariz, atrativo, astúcia sedutora e enganosa.

Encerro o meu pronunciamento e deixo aqui no registro da casa, portanto, a façanha de ser um político criado pelo povo, que ainda encontram em nós os “Deuses” para resolvermos todos os problemas desta Nação.”

Ficção: Eurípedes Marccos (Apenas uma estória)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A empresa de sua vida...

Por: Daniel Bruno de Castro Reis



Estranho, mas real. Você já parou para pensar como é o funcionamento de uma empresa? Pois bem, quando ela nasce, e começa o seu desenvolvimento, tudo é novo, tudo é desafio, e o seu dono tem que pensar muito bem para que ela prospere a cada dia. Na vida, quando nascemos, e começamos o nosso desenvolvimento, nunca sabemos o dia de amanhã, e por isso também temos que pensar muito bem, para que nossa vida possa progredir a cada novo amanhecer.



Continua...